"Alugar um amigo" é o que o Google completa no Brasil, junto com "alugar um amigo cibernético", "rent a friend app paga" e "rent a friend brasil". Aqui vão as respostas diretas, em português, sem vender o que não é.
O que significa#
Alugar um amigo é pagar uma pessoa por algumas horas de companhia platônica, em público, a uma tarifa por hora que ela define: almoçar com alguém em vez de sozinho, ir a um jogo com um torcedor, conhecer um bairro com quem mora lá, o primeiro fim de semana numa cidade nova. Os dois sabem que é pago; ninguém finge uma amizade antiga.
Como funciona#
- Vê perfis: fotos, idiomas, interesses, tarifa, avaliações. De graça no RentAFriend e na Roavi.
- Escreve: de graça na Roavi; no RentAFriend é preciso pagar uma assinatura (cerca de US$24,95 por mês).
- Combina o plano, as horas, a tarifa e o que está incluído (a refeição dela, o ingresso).
- Se encontra em público.
- Paga a pessoa diretamente. Nenhuma das duas plataformas cobra comissão sobre a tarifa.
Quanto custa e quanto paga#
A tarifa da pessoa: no RentAFriend os relatos falam de US$20 a US$50 por hora; na Roavi a maioria define entre US$15 e US$50, mais em Nova York e Tóquio. Para quem se cadastra, é renda extra por hora, sem salário e sem chefe; o que decide o mês é o volume, e o volume depende da cidade.
O app Rent a Friend existe? Paga?#
Não encontramos app oficial do RentAFriend na App Store nem no Google Play em outubro de 2026; o site abre no navegador. Os apps com esse nome que pedem pagamento antes de mostrar um perfil não são da empresa. Quem se cadastra como amigo não paga nada e recebe de quem contrata, em dinheiro. No Brasil, o RentAFriend quase não tem perfis.
O amigo cibernético#
"Alugar um amigo cibernético" é outro produto: conversa por vídeo ou chat por minuto, nunca em pessoa; a plataforma mais conhecida fica com 20%. Uma hora a US$1 o minuto custa US$60. Alugar um amigo cibernético explica quando compensa.
O caso do Japão#
O Japão inventou o amigo de aluguel: agências como Family Romance e Client Partners alugam amigos, parentes e convidados de casamento há décadas, em japonês e para clientes japoneses. Um turista brasileiro raramente consegue reservar nelas; a opção que funciona é a Roavi, com Local Friends em Tóquio.
O que não é#
Não é encontro romântico. Não é acompanhante. Não é terapia. Não é amizade garantida; às vezes vira uma, e ninguém honesto promete.
Onde funciona para brasileiros#
Roavi (aviso: é o nosso site): um diretório gratuito onde você escreve para pessoas que moram na cidade, os Local Friends (amigos locais), e paga a elas diretamente por hora por companhia platônica e conhecimento local; a maioria cobra entre US$15 e US$50 por hora; sem comissão, sem assinatura, cada perfil é revisado por uma pessoa. É companhia em público, não é tour nem encontro romântico. Hoje há Local Friends no Rio de Janeiro e em Porto Alegre (um em cada), e brasileiros usam mais ainda em viagem: Miami, Orlando, Nova York, Buenos Aires, Lisboa, Santo Domingo, Punta Cana. Rent a friend no Brasil tem o lado de quem contrata aqui e de quem quer ser o amigo; amigo de aluguel no Brasil é a versão curta.
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O que é alugar um amigo?
Pagar uma pessoa por algumas horas de companhia platônica, em público, a uma tarifa por hora que ela define: uma refeição, um jogo, um passeio pelo bairro, conhecer a cidade com quem mora lá. Não é encontro romântico nem acompanhante; as plataformas sérias removem quem trata assim.O app Rent a Friend paga?
Quem se cadastra como amigo não paga nada e recebe diretamente de quem contrata, em dinheiro, a tarifa que define (relatos de US$20 a US$50 por hora nos EUA). Quem contrata paga uma assinatura de cerca de US$24,95 por mês para poder mandar mensagem. Não encontramos app oficial do RentAFriend nas lojas; o site abre no navegador do celular. No Brasil ele quase não tem perfis.Dá para alugar um amigo no Brasil?
Sim, pela Roavi: Local Friends no Rio de Janeiro e em Porto Alegre hoje (um em cada), para quem você escreve de graça e paga por hora a tarifa que a pessoa define, sem comissão. E brasileiros em viagem usam mais ainda: Miami, Orlando, Nova York, Buenos Aires, Lisboa. Quem mora numa cidade visitada pode se cadastrar de graça e definir a própria tarifa.
